Uma reclamação poderia ter acabado com a barraca de cachorro-quente desse adolescente negro - a cidade não deixou isso acontecer - Pra Quem Tem Estilo

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domingo, 22 de julho de 2018

Uma reclamação poderia ter acabado com a barraca de cachorro-quente desse adolescente negro - a cidade não deixou isso acontecer

Jaequan Faulkner, 13 anos, tem uma barraquinha de cachorro-quente em Minneapolis, cidade do estado americano de Minnesota. Mas ela vai além das barraquinhas de adolescentes para vender limonada e alimentos, comuns nos Estados Unidos. O negócio tem uma autorização da prefeitura da cidade.

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O empreendimento de Jaequan, chamado “Mr. Faulkner's Old Fashioned Hot Dogs”, vende cachorro-quente, salgadinhos, bebidas e condimentos, e viajará pelo estado nestes meses de verão no Hemisfério Norte. O menino espera um dia transformar o negócio em um food truck.

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Essa é uma maneira de o jovem ganhar um dinheiro extra, mas para ele, não é só isso.
“Eu gosto de ter o meu próprio negócio”, ele disse ao site de notícias americano Star Tribune. “Eu gosto que as pessoas saibam que não é porque eu sou jovem que eu não posso fazer isso”.
Ele trabalha de segunda-feira a sexta-feira, de 11 da manhã às 3 da tarde, e atende cerca de 20 clientes por dia, de acordo com o Star Tribune. Jaequan gosta da sensação de realização e também de promover uma imagem positiva da juventude negra para sua comunidade, algo que ele diz que não é sempre mostrado.
O negócio começou em 2016 quando o menino viu uma grelha de salsichas na casa de seu tio. Foi neste verão que ele resolveu colocar seu plano em ação.
Então, veio um problema. Alguém o denunciou para o Departamento de Saúde de Minneapolis, que ligou para Jaequan.
Mas o Departamento decidiu, em vez de fechar a venda, ajudar o jovem a cumprir os requisitos sanitários. A equipe se certificou que ele tivesse todos os equipamentos necessários: termômetros, recipientes adequados, higienizadores para mãos e estação para limpeza dos utensílios, e também que ele soubesse como manusear os alimentos.
Ele passou pela inspeção de saúde, e os inspetores pagaram a taxa de 87 dólares para que ele tivesse permissão para trabalhar em eventos. Assim, a venda autorizada pelo município iniciou seus negócios.
Pessoas de uma rede de oportunidades econômicas da região também entraram em contato com o rapaz para dar conselhos sobre negócios. A coordenadora da rede, Ann Fix, disse ter ficado impressionada com as habilidades natas de Jaequan.
“Todos os dias vou para casa pensando, ‘esse jovem rapaz é a luz do meu dia’”, ela disse ao Star Tribune.
No ano que vem, Jaequan espera doar 25 centavos da venda de cada cachorro-quente para o trabalho de conscientização sobre suicídio na juventude e depressão, algo que ele já teve que lidar pessoalmente.
Assista ao vídeo:

Fonte: Gazeta do Povo e kstp.com

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